Atendimento ao Cliente · 4 de outubro de 2026
PLDT usa automação agêntica da UiPath para melhorar atendimento
A PLDT, maior operadora das Filipinas, adotou a automação agêntica da UiPath para modernizar operações e melhorar o atendimento ao cliente diante da demanda crescente por conectividade digital.
O que aconteceu
A PLDT, maior operadora de telecomunicações das Filipinas, adotou a plataforma de automação agêntica da UiPath para modernizar suas operações e aprimorar o atendimento ao cliente. A iniciativa ocorre em um momento de crescimento acelerado da demanda por conectividade digital no país, pressionando a operadora a ganhar eficiência sem comprometer a qualidade do serviço.
Segundo as fontes, a tecnologia da UiPath permitirá que a PLDT automatize processos operacionais de forma mais autônoma, combinando automação tradicional com capacidades de tomada de decisão orientadas por inteligência artificial. O objetivo declarado é reduzir atritos internos e acelerar respostas a clientes, em um setor onde volume de chamados e complexidade de rede tendem a crescer junto com a base de usuários digitais.
Por que isso importa
O caso ilustra uma tendência mais ampla entre operadoras de telecom: migrar de automação robótica baseada em regras para sistemas agênticos capazes de orquestrar tarefas de ponta a ponta com menor intervenção humana. Para empresas de infraestrutura crítica como a PLDT, isso significa não apenas corte de custos operacionais, mas a possibilidade de absorver picos de demanda sem degradar a experiência do cliente final.
Para líderes de transformação digital, o movimento reforça que a automação agêntica está deixando de ser experimental e passando a integrar operações de missão crítica em setores regulados, onde confiabilidade e tempo de resposta são indicadores diretos de satisfação do cliente.
A visão da Renascence
O anúncio confirma algo que vemos repetidamente no setor de telecom: a automação só gera valor percebido pelo cliente quando está conectada a processos de atendimento, e não apenas ao back-office. A promessa da PLDT de ligar eficiência operacional a melhoria de serviço é o ponto certo de partida — mas a prova real estará em métricas de experiência, não apenas de produtividade interna.
A tentação em projetos de automação agêntica é medir sucesso pela redução de custo ou volume de tarefas processadas, esquecendo que o cliente não percebe eficiência — ele percebe tempo de espera, clareza e resolução na primeira interação. Operadoras que tratam a automação como extensão do back-office, sem redesenhar a jornada do cliente em paralelo, tendem a automatizar atritos antigos em vez de eliminá-los. O movimento certo é usar a implantação de IA agêntica como gatilho para repensar pontos de contato inteiros, não apenas acelerar processos existentes.
Fontes
Este briefing foi escrito por nossa Redação, sintetizando reportagens dos veículos abaixo. Siga os links para a cobertura original.
FAQ
Questions we get on this topic
Mais em Atendimento ao Cliente
Mantenha-se à frente no CX
Receba o sinal, não o ruído.
As histórias que moldam a experiência do cliente — além do Journal e do Experience Loom — na sua caixa de entrada.
