Geral · 18 de outubro de 2026
Decreto exige atendimento humano e limite de espera em ligações
Um novo decreto passa a exigir atendimento humano em chamadas telefônicas e fixa tempo máximo de espera na linha, segundo o Tribuna de Minas. O prazo, o órgão responsável e a data de vigência ainda precisam ser confirmados no texto oficial.
O que aconteceu
Um novo decreto passa a exigir que o atendimento feito por ligação seja realizado por pessoas e fixa um tempo máximo de espera para quem aguarda na linha, segundo a reportagem do Tribuna de Minas.
A cobertura disponível para esta síntese se concentra em duas medidas: a obrigatoriedade de atendimento humano e a definição de um limite para a espera em chamadas telefônicas. O resumo da notícia não detalha o prazo estabelecido, o órgão responsável nem a data de vigência, de modo que esses pontos precisam ser confirmados no texto oficial do decreto antes de qualquer decisão operacional.
Por que isso importa
Para a experiência do cliente, a combinação de atendimento humano e tempo máximo de espera responde a uma das queixas mais persistentes do contato telefônico: a sensação de estar preso em uma fila automatizada, sem caminho claro para resolver o problema. Quando o acesso a uma pessoa e a um prazo previsível passam a ser regra, a tolerância à espera deixa de ser uma decisão interna de cada empresa e se torna um padrão mínimo de serviço.
Para líderes de atendimento e responsáveis por centrais de contato, isso pode exigir revisar fluxos de URA, a alocação de equipes nos horários de pico e a forma como o tempo de espera é medido e comunicado. Também sugere que a automação deva ser avaliada não apenas pela redução de custo, mas pela rota que oferece ao cliente quando a solução digital não basta.
A visão da Renascence
Um limite de espera trata, na prática, de previsibilidade, e não apenas de cronômetro. Se a operação olhar só para o número, é provável que busque cumpri-lo com artifícios, como encerrar chamadas em fila ou transferir o cliente para outro canal, e perca a confiança justamente no momento em que ele mais precisa dela.
O princípio por trás disso é a previsibilidade: clientes toleram esperas quando sabem quanto tempo vão aguardar e para onde serão encaminhados, e se frustram mais com a incerteza do que com a demora em si. Operadores com foco real em experiência deveriam usar a exigência como ponto de partida para mapear cada jornada telefônica, informar posição na fila e tempo estimado e garantir que o atendimento humano seja acessível sem obstáculos. Quem tratar a regra apenas como item de conformidade cumprirá a letra do decreto e desperdiçará a chance de construir confiança.
Fontes
Este briefing foi escrito por nossa Redação, sintetizando reportagens dos veículos abaixo. Siga os links para a cobertura original.
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