Atendimento ao Cliente · 10 de outubro de 2026
TTEC Revela CARES, uma Nova Métrica de Inteligência de Qualidade que Mede o que os Clientes Realmente Experimentam
A TTEC apresentou o CARES, uma nova métrica de inteligência de qualidade que visa capturar o que os clientes realmente experimentam, indo além da pontuação de qualidade tradicional baseada em conformidade.
O que aconteceu
A TTEC anunciou o lançamento do CARES, um novo indicador de inteligência de qualidade desenvolvido para medir o que os clientes de fato vivenciam em suas interações de atendimento, em vez de se limitar aos tradicionais checklists de conformidade usados pelas operações de contact center.
Segundo a empresa, o modelo tradicional de monitoria de qualidade — baseado em scorecards que avaliam se o atendente seguiu um script ou cumpriu etapas predefinidas — captura apenas parcialmente a experiência real do cliente. O CARES se propõe a preencher essa lacuna, oferecendo uma leitura mais ampla e orientada à experiência sobre o desempenho do atendimento.
Por que isso importa
A métrica chega em um momento em que empresas de diversos setores buscam formas mais confiáveis de conectar qualidade operacional a resultados de satisfação e fidelização. Scorecards de conformidade tendem a recompensar o cumprimento de processos, não necessariamente a resolução efetiva do problema do cliente ou a percepção de esforço durante o atendimento — uma distinção central para quem desenha jornadas de serviço.
Para líderes de experiência e operações, uma métrica que se aproxime da vivência real do cliente pode mudar como equipes de qualidade são treinadas, como agentes são avaliados e como investimentos em tecnologia de atendimento são priorizados, deslocando o foco de "fazer certo o processo" para "entregar o resultado que importa para quem liga".
A visão da Renascence
Métricas de conformidade sempre tiveram um ponto cego conhecido: é possível pontuar alto em um scorecard e, ainda assim, deixar o cliente frustrado. O movimento da TTEC reconhece esse problema estrutural, mas o verdadeiro teste está na execução — em como o CARES traduz sinais de experiência em ações concretas de treinamento e gestão de desempenho, e não apenas em um novo painel de números.
Trocar conformidade por experiência como critério de qualidade é um passo correto, mas arriscado se não vier acompanhado de mudança cultural: supervisores e agentes continuarão otimizando para o que é medido e recompensado. O ponto cego que a maioria vai ignorar é que uma métrica "mais humana" só funciona se também mudar como o desempenho é remunerado, treinado e discutido no dia a dia — caso contrário, vira apenas um nome novo para o mesmo scorecard.
Fontes
Este briefing foi escrito por nossa Redação, sintetizando reportagens dos veículos abaixo. Siga os links para a cobertura original.
Mais em Atendimento ao Cliente
Mantenha-se à frente no CX
Receba o sinal, não o ruído.
As histórias que moldam a experiência do cliente — além do Journal e do Experience Loom — na sua caixa de entrada.


