Experiência do Cliente · 9 de agosto de 2026
DM reduz tempo de atendimento de CX em 20% com IA da Genesys
DM reduz tempo de atendimento de CX em 20% com IA da Genesys TI INSIDE Online
O que aconteceu
A varejista brasileira DM anunciou uma redução de 20% no tempo de atendimento ao cliente após implementar soluções de inteligência artificial da Genesys em sua operação de experiência do cliente (CX). A informação foi divulgada pelo TI INSIDE Online, com repercussão adicional no al1.com.br.
Segundo o noticiado, a tecnologia da Genesys foi incorporada aos fluxos de atendimento da companhia, otimizando processos que antes demandavam mais tempo dos agentes e dos próprios clientes. O anúncio se soma a um movimento mais amplo de varejistas e empresas de serviços na América Latina que vêm adotando plataformas de IA conversacional e automação para tornar o atendimento mais ágil.
Por que isso importa
Reduzir o tempo de atendimento é um dos indicadores mais diretos de eficiência operacional em CX, mas também tem efeito comportamental: interações mais curtas e resolutivas tendem a reduzir o esforço percebido pelo cliente, um dos principais preditores de satisfação e lealdade segundo a literatura de customer effort. Quando a IA assume tarefas repetitivas ou de triagem, os agentes humanos podem se concentrar em casos que exigem julgamento, empatia ou negociação — momentos em que a experiência humana ainda faz diferença real.
Para líderes de operações e de experiência do cliente na região MENA e além, o caso ilustra como ganhos de eficiência mensuráveis podem coexistir com — e até reforçar — a qualidade percebida do atendimento, desde que a automação seja aplicada aos pontos certos da jornada.
Em números
- 20% foi a redução no tempo de atendimento de CX reportada pela DM após a adoção da IA da Genesys.
A visão da Renascence
Números de eficiência como este costumam roubar a manchete, mas o verdadeiro teste de uma implementação de IA em CX não é apenas quanto tempo foi cortado — é onde esse tempo foi cortado e o que aconteceu com a percepção de qualidade no processo.
Redução de tempo de atendimento só vira vantagem competitiva quando é sentida pelo cliente como rapidez com propósito, não como pressa. O risco mais comum nesse tipo de implementação é otimizar a métrica errada: encurtar chamadas às custas da resolução, empurrando o cliente para um retorno posterior. Antes de comemorar o percentual, operadores deveriam medir resolução na primeira interação, esforço percebido e retenção do cliente lado a lado com o tempo médio de atendimento — só assim fica claro se a IA está de fato melhorando a experiência ou apenas acelerando o relógio.
Fontes
Este briefing foi escrito por nossa Redação, sintetizando reportagens dos veículos abaixo. Siga os links para a cobertura original.
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